Série anual por pixel
O ano do desmatamento e a cobertura do solo de cada ano seguinte ficam alinhados pixel a pixel, para todo o Brasil.
Uma aplicação que acompanha, ano a ano, o uso da terra nas áreas desmatadas: pastagem, agricultura, vegetação de volta ou outros usos.

O contexto
Para saber o que acontece depois, é preciso acompanhar a mesma área por vários anos. O mapa de um único ano não mostra se a pastagem virou lavoura ou se a vegetação voltou, nem permite comparar áreas desmatadas em anos diferentes.
O desmatamento do PRODES de 2016 a 2024 e a cobertura do MapBiomas de 2017 a 2025 foram colocados na mesma grade de 10 metros. Assim, cada pixel desmatado ganha um histórico de uso, que a aplicação mostra em gráficos, trajetórias e mapas, com filtros por território e período.
Fontes utilizadas: PRODES/INPE dos seis biomas, MapBiomas 10 m — Coleção 4, limites territoriais e de biomas e zonas agroecológicas GTAP v9. As diferenças de data e de classificação entre PRODES e MapBiomas aparecem separadas na análise.

O desenvolvimento
O processamento prepara os dados; a aplicação mostra as mudanças de um ano para o outro.
O ano do desmatamento e a cobertura do solo de cada ano seguinte ficam alinhados pixel a pixel, para todo o Brasil.
As sequências de uso e as mudanças entre classes, com recortes por estado, bioma e zona agroecológica.
Além dos gráficos, um mapa mostra o desmatamento se acumulando ano a ano. Clicar em um ponto mostra a trajetória daquele lugar.
A experiência
Uma área desmatada em 2016 teve mais tempo para mudar do que uma desmatada em 2023. Por isso, a comparação é feita pelo tempo desde o desmatamento, e não pelo ano do calendário.